MENSAGEM GOSPEL -  EM APUROS, PEÇA ORAÇÃO

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 EM APUROS, PEÇA ORAÇÃO

Publicado em 07 de Agosto de 2019 | Colunista: Pr. Eraldo Lopes


 EM APUROS, PEÇA ORAÇÃO

 

 

"Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai

na oração" (Romanos 12.12).

 

O soldado cristão está sempre empenhado numa luta para a defesa,

até da própria vida. Os perigos são imensos e graves, mas o grande 

Comandante celestial coloca-se à disposição para ajudá-lo. Essa

ajuda é requisitada através da oração que representa um ato da

alma, através do qual colocamo-nos à disposição de Deus e também 

sob seus cuidados. Isso significa que a oração é um campo de

provas onde sempre aprendemos de Deus, com Deus e sobre Deus. 

Que grande e maravilhoso aprendizado!

 

Uma garota de oito anos vivia com os pais e avós numa cidade da

Arábia. Instalou-se ali uma escola administrada por missionários e

essa menina estudava ali, onde aprendeu, entre muitas coisas,

também a amar a Deus. Desejava muito que os seus conhecessem

esse Deus, mas sempre que  procurava falar-lhes alguma coisa a

respeito dele era castigada. Eles não criam que Ele existisse e, por

isso, a menina desistiu de falar sobre o assunto, porém procurava

orar pelos pais e pelos seus avós.

 

A pequena cidade onde viviam transformara-se no alvo de soldados

e de assaltantes. Entravam na cidade e colocavam a população em

pânico assaltando suas casas, saqueando-as e praticando maldades

de toda sorte. Um certo dia, o avô da garota ouviu rumores sobre

soldados desertores que estavam se aproximando da cidade,

dispostos a saqueá-la. Desesperado, lembrou-se da neta que vivia

envolvida com suas orações e correu para casa.

 

--Os assaltantes estão se aproximando. Ore ao seu Deus para que

não sejamos roubados e nem maltratados. Prove agora que esse

seu Deus tem mesmo o poder que tanto anuncia--falou  o avô

abruptamente, quase exigindo...

 

E fechando a porta onde a neta estava, fugiu apressadamente.

temendo a presença dos soldados foragidos. A garota se viu a sós

com Deus e não sentiu medo. Pelo contrário, ficou feliz com a

oportunidade de orar a pedido do avô, ainda que em tom de insulto.

Ajoelhou-se e orou com toda a fé: "Bom Deus, eu te agradeço

porque meu avô me ordenou orar, pois sempre que eu fazia isso ele

me castigava. Agora, Pai de amor, eu te suplico que mostres a ele e

também aos meus pais e minha avó que tu ouves as nossas

orações. Não permita que os soldados desertores entrem em nossa

casa. Amém."

 

Os assaltantes estavam chegando. O portão permanecia aberto e o

comandante do grupo guiou seu cavalo em direção à  casa.

Ainda em seu quarto, a menina,  percebendo  a  presença  dos

malfeitores, continuou orando com todo o ardor e confiança em

Deus. De repente, aconteceu um movimento estranho. Era o cavalo 

do chefe que empacou e relinchando aos pulos recusava-se entrar

portão adentro, por mais que o comandante o surrasse. Espantado

com a atitude do animal, disse ele aos companheiros que esperavam

ordens:

 

--Não podemos entrar aqui. É possível que esta casa seja assombrada...

 

Finalmente, todos voltaram felizes para casa, onde encontraram a

garota distribuindo felicidade pela vitória. A partir daí nunca  mais 

castigaram  a  menina,  quando  lhes falava do poder de Deus.