MENSAGEM GOSPEL - MUNDO SOMA MAIS DE 16 MILHÕES DE CASOS DO NOVO CORONAVÍRUS, APONTA UNIVERSIDADE

Espaço Saúde

MUNDO SOMA MAIS DE 16 MILHÕES DE CASOS DO NOVO CORONAVÍRUS, APONTA UNIVERSIDADE

Publicado em 26 de Julho de 2020 | Fonte: Diego Freire, da CNN, em São Paulo


Mundo soma mais de 16 milhões de casos do novo coronavírus, aponta universidade

 

26 de julho de 2020 às 02:09 | Atualizado 26 de julho de 2020 às 02:46

 Compartilhar  

Pandemia do novo coronavírus já soma mais de 644 mil mortes no mundo, segundo a Universidade Johns Hopkins

Foto: Ajeng Dinar Ulfiana/Reuters

O mundo ultrapassou, na madrugada deste domingo (26), a marca de 16 milhões de casos do novo coronavírus. A contagem é feita pela universidade americana Johns Hopkins, que atualiza painel em tempo real com números da pandemia.

Às 2h05 (horário de Brasília) deste domingo, o painel da universidade americana informava que o mundo já registrou 16.046.986 infectados. No mesmo horário, eram contabilizadas 644.528 mortes pela Covid-19 em todo o planeta desde o início da pandemia.

PUBLICIDADE

Ads by Teads

Leia também:
Coreia do Norte anuncia 'primeiro caso suspeito' de Covid-19 no país

Paraná negocia com a Rússia produção de vacinas contra Covid-19
 

Os Estados Unidos são o país atualmente com mais casos confirmados (4,1 milhões) e óbitos (146,4 mil) relacionados ao novo vírus Sars-CoV-2, que causa a Covid-19. O Brasil é o segundo país do mundo mais atingido, com 2,3 milhões de casos confirmados e 86,4 mil mortes.

Na sequência, entre os dez países com mais casos, aparecem Índia (1,3 milhão); Rússia (805,3 mil); África do Sul (434,2 mil); México (385 mil); Peru (375,9 mil); Chile (343,5 mil), Reino Unido (300,2 mil) e Irã (288,8 mil).

Entre os países com mais mortes, aparecem, além de Estados Unidos e Brasil: Reino Unido (45,8 mil); México (42,6 mil); Itália (35,1 mil); Índia (31,3 mil); França (30,1 mil); Espanha (28,4 mil); Peru (17,8 mil) e Irã (15,4 mil).

A universidade registra, ainda, 9.225.814 pessoas recuperadas do novo vírus – 1.785.359  delas no Brasil.

Os números compilados pela Johns Hopkins são atualizados várias vezes no mesmo dia. Segundo a universidade, os dados vêm de fontes como a OMS (Organização Mundial da Saúde) e autoridades de saúde de diferentes países.

Contágio em aceleração

Os dados da Johns Hopkins mostram uma contínua escalada no registro de novos casos de pessoas infectadas pelo vírus, considerando a contagem global.

A OMS têm noticiado recordes seguidos de casos diários e, no momento, há focos de aceleração da doença em todo o mundo, mesmo em regiões que conseguiram reduzir consideravelmente o pico de contágio, como a Europa e áreas da Ásia, onde já se fala na possibilidade de uma "segunda onda".

Os primeiros casos de Covid-19 foram reportados na China entre o fim de 2019 e o começo de 2020.

O primeiro milhão de casos no mundo foi registrado pelo painel da Johns Hopkins em 2 de abril – portanto, mais de três meses após o início dos registros. Depois disso, porém, o crescimento se acentuou e o segundo milhão foi contabilizado já no dia 15 de abril. No mesmo mês, no dia 27, foi reportado o terceiro milhão de infectados.

Em maio, foram outras três marcas expressivas: 4 milhões de casos no dia 9, 5 milhões no dia 21 daquele mês e 6 milhões no dia 30.

O mundo passou de 7 milhões de casos de Covid-19 no dia 7 de junho e a marca de 8 milhões veio no dia 15. Uma semana depois, no dia 22, já eram 9 milhões de infectados e a barreira dos 10 milhões de casos foi rompida 6 dias depois, no dia 28 de junho.

O mês de julho viu o número de infectados passar de 11 milhões no dia 4. Quatro dias depois, no dia 8, a John Hopkins já contava 12 milhões de casos. No dia 13 de julho, o planeta rompeu a marca de 13 milhões de casos.

Os 14 milhões de infectados foram confirmados no dia 17 e a contagem de 15 milhões foi registrada na última quarta-feira (22).

Agora, ainda em julho e cerca de quatro dias depois, o mundo ultrapassa os 16 milhões de infecções confirmadas.